Após a derrota nas urnas, o senador deixou o território nacional cruzando a fronteira com a Argentina, seguiu de voo até o Equador e finalizou o trajeto em Miami, nos Estados Unidos. Já em solo americano, ele usou as redes sociais para divulgar uma carta direcionada à população brasileira, na qual alegava ter presenciado uma “fraude eleitoral” no domingo (25) e se autoproclamava “como o verdadeiro presidente eleito do Brasil”. Minutos mais tarde, o trecho foi alterado para “líder do Brasil”.
A saída repentina do parlamentar gerou surpresa entre aliados próximos, conforme admitido pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), que atuou como coordenador de sua campanha, resultando também em um cenário de incerteza e ausência de comando central na oposição.
O apoio de Washington e a postura de Trump
Nos Estados Unidos, o governo Trump aprovou a concessão de um visto humanitário. O líder americano declarou que autorizou a entrada do político no país, mas ressaltou que “não vai se envolver” sobre as denúncias sem prova do candidato derrotado.
Investigações e repercussão política
O episódio recente coloca em debate a articulação da extrema direita internacional, conectando figuras como a família Bolsonaro, Donald Trump e o presidente argentino Javier Milei, além de levantar discussões sobre o futuro político do movimento sem uma liderança unificada no Brasil.










