Comer mais alimentos de origem vegetal está associado a um padrão de saúde melhor, mas um novo estudo reforça que a origem, sozinha, não conta a história toda: o grau de processamento importa.

O trabalho analisou dados de 17 mil pessoas inscritas no banco de dados de saúde pública britânico.

Os pesquisadores avaliaram o que eles ingeriam e acompanharam mudanças no índice de massa corporal (IMC) e na circunferência da cintura por, em média, cinco anos.

O maior consumo de vegetais esteve associado a uma menor chance de aumento dessas medidas, só que, quando se avaliavam os ultraprocessados à base de vegetais, a associação foi oposta.

“Nossos achados destacam a importância de considerar a origem dos alimentos juntamente com seu grau de processamento”, afirmam os autores na conclusão do estudo. Ponto para a comida in natura.

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