A disputa pelo governo do Espírito Santo no segundo turno teve seus primeiros números revelados nesta quarta-feira (14) por meio de um levantamento do instituto Quaest, encomendado pela TV Gazeta.

Cenário da pesquisa estimulada Na modalidade em que a lista de concorrentes é apresentada aos participantes, o candidato Lorenzo Pazolini (Republicanos) aparece com 47% das intenções de voto. O seu adversário na disputa, Ricardo Ferraço (MDB), registra 38%.

Brancos, nulos e indecisos O levantamento também contabilizou 10% de eleitores que pretendem votar em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos, enquanto 5% afirmaram não saber em quem votar.

Panorama da pesquisa espontânea Quando os nomes dos postulantes ao cargo não são revelados aos eleitores, o cenário espontâneo mostra Lorenzo Pazolini (Republicanos) com 35% e Ricardo Ferraço (MDB) com 27%.

Nesta modalidade, as opções em branco, nulo ou nenhum somam 4%, ao passo que os eleitores indecisos ou que não sabem representam 33%. A sondagem indicou ainda que 84% dos entrevistados consideram a escolha do candidato como definitiva, enquanto 15% admitem a possibilidade de mudar de ideia até o dia da votação, marcada para 25 de outubro.

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Metodologia e contexto eleitoral A coleta das informações ocorreu entre os dias 10 e 13 de outubro, ouvindo 1.098 pessoas com idade a partir de 16 anos. O nível de confiança estabelecido é de 95%, com margem de erro estimada em 3 pontos percentuais para mais ou para menos. O registro do levantamento na Justiça Eleitoral está sob o número ES-00468/2026. Na mesma data do pleito estadual, os eleitores também definirão o segundo turno da eleição presidencial entre Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT).

Avaliação da administração estadual A rodada de entrevistas aproveitou para verificar a percepção pública sobre a administração de Ricardo Ferraço (MDB), que assumiu o comando do Executivo estadual em abril após a saída de Renato Casagrande (PSB) para a disputa do Senado.

Os dados apontam que 45% avaliam a gestão como ótima ou boa — avanço em relação aos 41% da pesquisa anterior, de 25 de setembro. Os que classificam o governo como regular somam 34% (mantendo o índice anterior), enquanto os conceitos ruim ou péssima atingem 8% (comparado a 7%), com 13% sem opinião formada. No quesito aprovação pessoal do trabalho do governador, 57% aprovam a condução da máquina pública, 18% desaprovam e 25% não souberam responder.