Dias depois da reportagem do Portal Expressão Paraná trazer à tona o desleixo da administração pública, através da Secretaria de Educação e o departamento de transporte escolar do município, que mantém um motorista que dissemina palavras demoníacas enquanto transporta alunos, mostrando em seu celular imagens relativas ao diabo e ainda, proferindo xingamentos diabólico aos transportados, as mães voltaram a procurar a reportagem, relatando que nada houve em relação a mudanças no quesito qualidade de transporte escolar.
Além disso, elas novamente denunciam a superlotação de veículo com capacidade para 42 crianças, mas que está superlotado, transportando cerca de 120 alunos.
O caso está sem transformando em um assunto cada vez mais delicado, quando as famílias buscam pelo seu direito.
Notoriamente está acontecendo o que chamamos de inércia por parte do Poder Público Municipal e, as mães se sentindo acuadas e desrespeitadas quando se trata dos cuidados com seus filhos que frequentam as escolas e utilizam o transporte escolar.
“Achamos que com a reportagem, haveria ao menos a sensibilidade do poder público em entender nossa dificuldade, mas enfim não houve. Temos um motorista que é visivelmente descontrolado para a função e nossas crianças são tratadas como sardinhas nesses ônibus que andam superlotados. Além disso, não temos monitores fixos. Ou seja, estamos na mesma e com os mesmos problemas”, denunciam.
A reportagem tentou contato com o vice Prefeito Junão (o único que é mais acessível ao Portal Expressão e que respeita o papel da imprensa) e por telefone, ao perguntarmos se haveria alguma mudança no assunto relacionado ao motorista e à linha superlotada, ele informou que tomaria providências.
Já a Secretária de Educação Selma Mansano respondeu nossa mensagem de forma cortes e educada, pedindo que fossemos à Secretaria de Educação para uma conversa, se colocando à disposição.
Enfim, enquanto o Poder Público municipal não age com rigor a cerca de um problema visível – linha escolar superlotada, levando perigo a quem precisa utilizar, e mantém um profissional do volante visivelmente desequilibrado para a função, pais e mães fogem do transporte escolar e levam seus filhos a pé para escola, faça sol ou faça chuva.
E aí vem o questionamento; qual o papel do Prefeito neste caso, levando em consideração que o transporte escolar é um direito de todos e que a qualidade e segurança dos alunos deve ser levada com total prioridade e seriedade?
Vale destacar que a inércia humana é a tendência psicológica e comportamental de permanecer em um estado atual — seja parado (no caso da gestão de Floresta) ou em movimento — resistindo a mudanças, hábitos ou ações necessárias.










