Com taxa de 5,2% no terceiro trimestre, Brasil registra o menor índice de desemprego para o período desde 2012; população ocupada também bate recorde, com 103,6 milhões de trabalhadores

O Brasil chegou ao terceiro trimestre de 2026 com a menor taxa de desemprego para esse período em 14 anos. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgados nesta sexta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a desocupação ficou em 5,2% entre julho e setembro. O resultado foi destacado pelo deputado federal Zeca Dirceu (PT-PR), que relaciona os avanços no mercado de trabalho às políticas econômicas e sociais implementadas pelo governo do presidente Lula.

Para o parlamentar, os números mostram a importância de um governo que coloca o trabalhador no centro das decisões e combina crescimento econômico, geração de oportunidades, valorização da renda e proteção social.

“Quando o trabalhador tem emprego, salário e dinheiro para levar para casa, toda a economia se movimenta. É mais gente consumindo, mais comércio vendendo, mais empresas produzindo e mais famílias vivendo com dignidade. O presidente Lula voltou a colocar o Brasil nesse caminho, com políticas que fortalecem a economia e fazem o resultado chegar à vida das pessoas”, afirmou Zeca.

Além da queda do desemprego, a pesquisa do IBGE aponta que a população ocupada chegou a 103,6 milhões de pessoas, o maior contingente desde o início da série histórica, em 2012. Foram 581 mil trabalhadores a mais em relação ao trimestre anterior. Já o número de pessoas desocupadas caiu para 5,6 milhões, uma redução de 234 mil em três meses.

Um dos destaques foi a construção civil, que registrou crescimento de 2,8% na ocupação e incorporou mais 210 mil trabalhadores no trimestre. O resultado dialoga com políticas de investimento público e habitação, como o Novo PAC e o Minha Casa, Minha Vida, retomados e ampliados pelo governo federal, que movimentam obras, serviços e cadeias produtivas em diferentes regiões do país.

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Zeca também destaca a importância da retomada da política de valorização real do salário-mínimo, do fortalecimento do Bolsa Família e dos investimentos em infraestrutura e serviços públicos. A qualificação profissional, com investimentos constantes em universidades e institutos federais, também integra esse esforço de ampliar as oportunidades de inserção no mercado de trabalho.

“Não existe desenvolvimento de verdade quando a economia cresce, mas o trabalhador fica para trás. O que estamos vendo é a importância de combinar políticas sociais com investimento, produção e geração de empregos. É isso que o governo Lula está fazendo. Cuidar de quem mais precisa, fortalecer o mercado interno e criar oportunidades para o Brasil inteiro”, completou o deputado.

Para Zeca Dirceu, a redução do desemprego e o recorde de pessoas trabalhando são indicadores que precisam continuar orientando as decisões do país. “Ter trabalho significa ter autonomia, fazer planos, sustentar a família e olhar para o futuro com mais segurança. É por isso que defender emprego, renda e direitos é defender um Brasil que cresce para todos e todas”, concluiu.