Enquanto o Prefeito de Agudos do Sul, Genezio Gonçalves e seus comandados tentam viralizar as redes sociais mostrando obras e serviços realizados ou que serão concretizadas no município, pregando estarem vivendo uma “lua de mel administrativa” à frente do município, a verdade vem à tona de joga um verdadeiro “balde de água fria” nos planos do time “Genezista”, que crava mais um escândalo para o povo pagar a conta.

Trata-se da suspensão imediata da dispensa de Licitação nº 57/2024, no valor de R$ 2.727.614,28 milhões, firmada com a empresa Allora Gerenciamento de Serviços e Produtos Múltiplos Ltda, em regime de emergência, mesmo o Tribunal entendendo não haver. E além disso, teve ainda outro episódio de tentativa de fraude com a empresa, no Pregão Eletrônico nº 05/2025, que também foi denunciado e suspenso com a chancela do Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Ivan Bonilha.

Enfim, o caso vem se alastrando há meses e o Prefeito Genezio, na tentativa de “maquiar” os escândalos atribuídos a sua gestão, chegou até a utilizar artimanhas publicitárias como blasfemas, usando o nome de Deus em vão, em vídeo onde ele aparece com uma Bíblia Sagrada nas mãos. Lembrando que Genezio quando vereador, foi autor de CPI para investigar licitações fraudulentas na gestão do então Prefeito Jesse da Rocha Zoellner.

Bom, até então o caso do Prefeito Genezio, envolvendo essas maracutaias está no TCE e tão logo chegará ao Ministério Público, se ainda não chegou, para os procedimentos judiciais cabíveis. Ou seja, mais uma vez o Prefeito “da benção” está na mira para responder seus atos.

No entanto, ele deve se ater e se preparar também para a audiência do dia 3 de junho, no TRE que trata de outro caso de denúncia envolvendo abuso de poder econômico no período eleitoral, em 2024, quando ele assumiu a Prefeitura interinamente, depois da cassação do então Prefeito Jesse da Rocha Zoellner, que tinha inclusive como seu vice (também cassado), o pai de Genésio, o ex Prefeito Antônio Ferreira. Neste certame ele já conta com 4 votos a favor de sua cassação, contra apenas 1 e o pedido de vistas por parte do presidente do TRE, desembargador Luciano Carrasco.

Vale destacar que Agudos do Sul está vivendo nos últimos 8 anos em constante divulgação e prospecção de mídia, porém, infelizmente, as notícias são de mal a pior, quando o assunto é gestão municipal.

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Cabe diante disso, ao eleitor que vai as urnas eleger seus representantes, saber escolher com mais evidência aqueles que governam os destinos do município.

Num raciocínio lógico em formato “comédia da vida privada, mas pública”, o Pai que foi Prefeito, e depois vice Prefeito, foi cassado por irregularidades. O Prefeito que aceitou esse Pai como vice Prefeito também foi cassado e pra carimbar de vez o assunto, o filho que foi vereador, e “pediu a cabeça” do Prefeito, mesmo tendo o Pai de vice, se tornou Prefeito interino e pasmem; fez as pazes com o menino prodígio (ex Prefeito Jessé), que tentou até o limite se manter candidato à reeleição mas foi barrado, com isso ele (Genezio) foi eleito Prefeito com uma diferença de 64 votos, que hoje estão prestes a serem desmascarados pela justiça eleitoral, com o chamado abuso de poder econômico.

Sinceramente é difícil de escrever essa narrativa para a equipe de jornalismo do Portal Expressão, que vem acompanhando de perto todos os passos desse caso no município e acredita-se que mais ainda é difícil o eleitor – vítima dessa maracutaia, acabar entendendo. Diante disso, é torcer para que a justiça seja branda e não se confunda na hora de julgar essa “comédia da vida privada, mas pública”, em Agudos do Sul.

Além disso, pouca movimentação aplausível se vê por parte da Câmara Municipal, onde vereadores que deveriam exercer a legítima função – fiscalizar os atos do Poder Executivo, saem em defesa do Prefeito Genezio.