Em 2017 uma Lei sancionada pelo então Prefeito Ademir Luiz Maciel – o Dê, proposta na Câmara pelo vereador Carlos Candido Barbosa, previu a proibição da cobrança de estacionamento em locais e vias públicas, extinguindo o serviço de flanelinha naquele momento.
Anos depois, o assunto volta a virar notícia e desta vez, envolvendo o vereador Renilson Bonfin de Oliveira (PRP), o “Duvinha”, que se envolveu em uma discussão durante a abertura do 2º Rodeio do Valter, festa realizada em Floresta.
O caso ocorreu quando o vereador chegou ao recinto para estacionar seu veículo, em local público, que segundo ele- se quer tinha cordão de isolamento. Ao parar seu veículo, foi abordado por um segurança de posse de uma máquina de cartão para efetuar a cobrança pelo estacionamento.
Conhecedor da Lei, Duvinha questionou e relatou que era proibido tal cobrança naquele local e uma discussão se iniciou, chegando a ser preciso acionar a Polícia Militar. Para não se indispor ainda mais, o vereador acabou deixando o local e não participou do primeiro dia de festividade.
O local que o vereador tentou estacionar fica em frente ao recinto fechado, no entanto de domínio público e, segundo ele, ninguém poderia pagar pelo estacionamento.
“Eu inclusive alerto as pessoas que venham a Festa, afinal é um momento de descontração e alegria para o município. Já participei da primeira edição e sei que é muito bom. No entanto, teve esse contratempo que eu acredito que precisa ser revisto. Se tem Lei, que ela seja cumprida. Além disso, recomento também que quem pagou pelo estacionamento que busque o ressarcimento, pois a cobrança é ilegal e vai contra o que diz a Lei 1344/2017, aprovada na Câmara e sancionada pelo então Prefeito Dê”, afirmou Duvinha.
O caso tomou proporções e vem sido comentado nas redes sociais de forma errada, sem o devido conhecimento da Lei, inclusive por integrantes da administração municipal, que viram uma oportunidade de tentar desestabilizar o parlamentar, que conhecedor do assunto, se defendeu e ainda gravou um vídeo explicando o caso, bem como alertando as pessoas a sim, virem para a festa, mas jamais pagarem estacionamento e local de domínio público.
“Isso é proibido por Lei e quem está tentando me desconstruir em rede social, sabe disso. Estou com a consciência tranquila, pois recorri a Lei que me dá esse direito, assim como a toda comunidade em não pagar o que não se deve pagar”, concluiu o vereador.
O evento, apesar de gratuito, é organizado de forma privada, no entanto, o local é de domínio público.










