Um grupo de mães de alunos da rede de ensino de Floresta, procurou a reportagem do Portal Expressão para denunciarem ações que estão acontecendo no município e que estão gerando preocupações para quem utiliza o transporte escolar.
A reportagem está tomando todos os possíveis cuidados para não revelar quem são as mães, pois elas temem perseguições políticas no município, uma vez que procuram seus direitos várias vezes e são ignoradas.
As mães denunciaram que um ônibus da Prefeitura que tem capacidade para transportar 42 crianças, estava recentemente transportando 120 crianças, fato que gerou muita preocupação.
Elas apontam que no mesmo ônibus, são transportadas crianças inclusive portadoras de TEA – Transtorno do Espectro Autista, junto com adolescentes, que utilizam o transporte.
Tem mãe que já está deixando o transporte escolar de lado e indo às escolas levar os filhos a pé, por não ter segurança na prestação do serviço oferecido pela Prefeitura.
A Secretária de Educação Selma Mansano, inclusive já recebeu denúncias de algumas mães, conforme elas mesmo relataram e mostram “prints” de mensagens, mas o caso ainda continua sem resolução. O Prefeito Rogério se quer deu atenção ao caso e nunca se preocupou em responder os questionamentos das mães, como elas mesmo revelaram.
Uma situação que chamou também a atenção da reportagem é o fato de motoristas que realizam o transporte de alunos, escolherem qual veículo querem utilizar, para que o serviço seja feito de forma mais tranquila, ou seja, com ônibus menores sem tanto tumulto, mas que geram um outro problema, o atraso das crianças nas escolas uma vez que são realizadas mais de uma viagem.
Outra questão delicada é o fato da constante troca de monitores nos ônibus que acaba ficando um serviço pela metade e os pais acabam percebendo que falta segurança para o transporte de seus filhos de forma correta.
As crianças transportadas que enfrentam a superlotação e insegurança, são moradoras dos bairros Pinheiro, Mônaco, Tangará, Pantanal, Primavera, estudam em escolas estaduais como o colégio cívico militar Arthur Costa e Silva e Colégio Estadual Monteiro Lobato. Além disso, tem alunos que estudam nas escolas da rede municipal como CMEI Chapeuzinho Vermelho, Escola Integração, Messias Barbosa Ferreira, CMEI Nossa Senhora Aparecida, CMEI Primeiros Passos e a escola Victor Tonietti.
Má conduta e disseminação de conteúdo diabólico
Além do problema da superlotação, um dos motoristas que faz o transporte dos alunos está sendo um grave problema, proporcionando medo e insegurança às crianças, pelo fato dele utilizar menções satânicas, que são mostradas à crianças que, segundo os pais, já enfrentam problemas psicológicos. Além disso, são destratadas com palavras de conteúdo diabólico, proferidas pelo motorista, que inclusive mostra em seu celular à crianças, figuras satânicas.
Este caso em especial, já está sendo preparado um novo conteúdo com mais informações e inclusive identificando o profissional, seus superiores e envolvidos na permissão de tais barbáries cometidas, que serão apresentadas à justiça.
Enfim, o transporte escolar de Floresta, vive dias terror e a inércia de seus gestores e governantes, que estão de certa forma “com venda nos olhos”, esperando um caso de maior proporão acontecer, mesmo sabendo da superlotação de veículos que chegam a transportar 120 alunos, quando deveriam transportar 42 em um único veículo.
Vereadores da cidade estão acompanhando o caso e deverão apresentar algum debate em sessão, na tentativa de sensibilizarem o Poder Executivo e seus comandados, em resolver o caso e devolver a mínima dignidade às famílias, bem como as crianças, que utilizam o transporte público escolar., que vive um colapso total.










