Os eleitores brasileiros voltam às urnas no próximo domingo (25) para escolher o próximo presidente que comandará o país pelos próximos quatro anos. Independentemente do resultado nas urnas, a futura administração federal terá o desafio incontornável de estabelecer diretrizes para a exploração e comercialização das terras raras brasileiras, minerais de altíssimo valor estratégico que estão no centro de uma intensa disputa geopolítica entre os Estados Unidos e a China.

O peso estratégico dos minerais

O tema é o foco principal da coluna Olhar do Amanhã, que traz análises aprofundadas sobre os impactos tecnológicos e econômicos das decisões políticas para o território nacional.

Análise especializada

As projeções e os cenários possíveis para o setor mineral brasileiro ficam sob a responsabilidade do doutor Álvaro Machado Dias, que atua como professor da UNIFESP, neurocientista, futurista e colunista do Olhar Digital News.

Durante a análise, são avaliadas as perspectivas e os rumos que a indústria desses insumos vitais pode tomar tanto em um eventual governo de Flávio Bolsonaro quanto em uma nova gestão liderada por Lula.

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A definição sobre o futuro desses recursos é vista por especialistas como um divisor de águas para a soberania tecnológica e econômica do Brasil no cenário internacional das próximas décadas.