Apoiadores do presidente da República e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) realizaram uma manifestação a favor do petista na Esplanada dos Ministérios, localizada em Brasília, no domingo (18).
Concentração e percurso na capital O ponto de partida dos manifestantes ocorreu por volta das 9 horas da manhã, tendo o Museu Nacional como base inicial. O grupo seguiu em deslocamento pela região central da cidade até o início da tarde.
Ausência justificada de Lula Embora estivesse na capital federal no mesmo dia, o atual chefe do Executivo não compareceu à mobilização pública. O presidente permaneceu no Palácio da Alvorada durante o final de semana concentrado nos preparativos para o debate da Band, programado para a noite de domingo (18), ocasião em que enfrentaria seu oponente, o candidato Flávio Bolsonaro (PL).
Articulação nacional e presença de aliados A manifestação na capital integrou uma série de atos organizados em diferentes regiões do país em favor do candidato petista nesta data. Entre as lideranças presentes no evento esteve o candidato ao governo do Distrito Federal Leandro Grass (PT), aliado político do presidente.
Estratégia de campanha nas ruas Dentro da coordenação da campanha do Partido dos Trabalhadores, existe o entendimento de que as caminhadas e concentrações públicas — a exemplo das ocorridas anteriormente na Avenida Paulista e em Copacabana — funcionam como um fator determinante para compreender a retração na diferença das pesquisas de intenção de voto entre o atual mandatário e seu principal adversário.
Pronunciamento de Leandro Grass Na ausência do cabeça de chapa nacional, o candidato do PT ao governo distrital assumiu a principal fala diante dos movimentos sociais presentes. Durante seu discurso, ele cobrou que sua adversária no segundo turno, a governadora Celina Leão (PP), participe dos debates e levantou questionamentos sobre a relação do BRB (Banco de Brasília) com o caso Master.
Diretrizes da campanha petista Abordando o cenário federal, o político declarou que o país “quer crianças com livros, não pegando em armas”. Ele também argumentou que a eventual eleição de seu oponente representaria uma ameaça à continuidade dos programas sociais vigentes.










