A dona do Facebook e do Instagram justificou perante o Tribunal Superior Eleitoral que um erro sistêmico reduziu temporariamente a contagem de visualizações em postagens do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Argumentação da empresa sobre o erro técnico Conforme a companhia, a instabilidade aconteceu mundialmente entre às 15h50 e 20h49 de 7 de outubro, impactando exclusivamente o registro de reproduções em reels, sem relação com o cenário eleitoral brasileiro nem prejuízo à entrega real dos materiais. A manifestação ocorreu após questionamentos judiciais iniciados pela coligação governista.
Sigilo de dados e pedidos adicionais A big tech recusou o repasse de dados detalhados referentes a perfis externos mencionados no processo, justificando a proteção ao sigilo, e solicitou um prazo de dois dias úteis para detalhar ações restritivas aplicadas à conta de Lula desde o início da propaganda eleitoral.
Acusações da coligação no processo A representação protocolada pelos partidos que apoiam o atual chefe do Executivo sustenta que há uma prática de “seletividade algorítmica” prejudicial ao alcance de suas publicações, além de apontar omissão na exclusão de conteúdos falsos gerados por inteligência artificial.
Restrições de impulsionamento na disputa A aliança partidária também argumenta que a campanha petista sofreu barreiras para utilizar ferramentas de impulsionamento no feed, recurso intensamente aproveitado pelos adversários na corrida presidencial.










