Uma das atrizes mais marcantes da teledramaturgia brasileira tomou a decisão de abandonar a carreira artística em 1990 para se dedicar integralmente à psicologia. Lídia Brondi, que deu vida à inesquecível Tânia no folhetim, encerrou sua trajetória na televisão atuando na novela “Meu Bem, Meu Mal”, exibida pela TV Globo.
Vida privada e carreira na psicologia Atualmente com 65 anos de idade, a ex-global optou por uma rotina totalmente afastada dos holofotes e das plataformas digitais, preservando ao máximo a privacidade do seu cotidiano. Ela já acumula 36 anos de dedicação exclusiva à área da saúde mental, atendendo pacientes em seu próprio consultório de psicoterapia.
Papéis marcantes na televisão Na sua última aparição em novelas, a artista interpretou Fernanda, uma jovem que lidava com a dor de ter sido abandonada por Marco Antônio Venturini, vivido por Fábio Assunção, após ser humilhada pela mãe do rapaz, Isadora, papel de Sílvia Pfeifer.
Anos antes, em “Roque Santeiro”, exibida em 1985, ela encantou o público ao interpretar Tânia, uma moça de gênio forte e contestador que frequentemente batia de frente com seu pai, o poderoso Sinhozinho Malta, interpretado por Lima Duarte. Ao longo da trama de Aguinaldo Silva e Dias Gomes, a personagem também protagonizou um romance proibido com o padre Albano.
Relacionamento duradouro e retorno do folhetim Fora das telas, a ex-atriz mantém um relacionamento duradouro com o também ator Cássio Gabus Mendes. Os dois estão juntos há 33 anos, romance que teve início nos bastidores da novela “Meu Bem, Meu Mal”, quando os atores contracenaram juntos.
Enquanto isso, a clássica novela “Roque Santeiro” se prepara para retornar à grade de programação da TV Globo após quatro décadas de sua exibição original, ocupando a faixa de reprises da emissora a partir do dia 5 de outubro.










