A crescente presença de veículos de marcas chinesas nas ruas brasileiras traz à tona um novo e decisivo desafio para o setor automotivo: a comprovação da eficiência no atendimento pós-venda à medida que esses automóveis ganham idade e quilometragem.

O calcanhar de Aquiles da reposição

Com o avanço dos anos de uso, proprietários e especialistas apontam que um dos maiores gargalos tende a ser a agilidade na realização de consertos e a disponibilidade imediata de componentes mecânicos e de acabamento, o que pode gerar longos períodos de espera nas oficinas.

Outro ponto nevrálgico no ciclo de vida desses bens é a oscilação de preço na revenda. A depreciação acentuada costuma assustar consumidores que buscam liquidez no mercado de seminovos e usados após o período inicial de garantia de fábrica.

Expectativas do setor

Enquanto as montadoras asiáticas investem em expansão de redes autorizadas e centros de distribuição de peças para tentar aplacar essas barreiras, o desempenho operacional e a satisfação do cliente no longo prazo funcionarão como o verdadeiro filtro para a consolidação definitiva dessas companhias no país.

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